O profeta nascido há mais de dois mil anos, que dividiu a história da humanidade, pelo menos a Ocidental, em antes e depois dele, não fazia parte de nenhuma família de sacerdotes, nem tampouco de nenhuma casta religiosa. Naquela época, os doutores das leis, os fariseus, muito respeitados por conhecer a religião e seus estatutos, estavam longe de aceitar o que pregava Jesus, o tal “revolucionário”, o “causador de conflitos”, o “quebrador dos sábados”, o que “escandalizava”, pregando fora dos templos sem ter feito “Faculdade Superior de Deus”. Jesus assumiu uma postura crítica frente às colunas que sustentavam o judaísmo imposto. Ele chegou a este mundo de forma extremamente simples, porém extraordinariamente escandalosa. E veio não para criar uma religião, mas sim para falar sobre uma nova filosofia de vida. Veio para se oferecer como remanso para as alma...