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ENFEITIÇADA

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Quando eu ouvi essa música, Chase the Blues, do Brandon Perry, ex-vocalista e guitarrista do Dead Can Dance, eu fiquei completamente em êxtase. Prometi a mim mesma não estragá-la ao tentar inserir na música fotos minhas ou qualquer outras fotografias ou filmes.  Não sei se consegui. E não me importa mais. A canção já me enfeitiçou de maneira tal que absolutamente nada poderá destruir a nossa relação. Está aqui o slide show com algumas fotos, escolhidas meio a esmo, mais por cansaço e uma certa náusea. Tudo em excesso me cansa.  Até torta de chocolate.  Com todo respeito, Brandon Perry e sua magnífica "Chase the Blues" com algumas fotografias minhas, como disse, escolhidas sem muito  esmero  seguem abaixo, com a letra em inglês, para quem se interessar.  Voilà!  Chase The Blues Well come along walk with me And learn the songs that lovers sing When they believe We'll dance along the river's edge Just arm and arm along the moonlit shor...

GOTA DE PESSOA

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Foto: Herta Vai uma nuvem errando. O meu passado não volta.  Não é o que estou chorando.  O que choro é diferente.  Entra mais na alma da alma.  Mas como, no céu sem gente,  A nuvem flutua calma.  E isto lembra uma tristeza  E a lembrança é que entristece,  Dou à saudade a riqueza  De emoção que a hora tece.  Mas, em verdade, o que chora  Na minha amarga ansiedade  Mais alto que a nuvem mora,  Está para além da saudade.  Não sei o que é nem consinto  À alma que o saiba bem.  Visto da dor com que minto  Dor que a minha alma tem.  Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"  

IDÍLICO

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Suave ondulado Soprado pela brisa preguiçosa da manhã Em azul idílico, sobrevive como um capitão  Nas galés dos navios urbanos (Herta) (Foto: Herta)

PEZZI

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(Foto Herta Scarascia)  Volte e mezza, con un sorriso sul mio viso, la disperazione è stampata all'interno. Nel mondo dell’ombre,  de dolore e de paura, la maggior parte delle cose che provocano nausea (sartreani), sono benvenuta, ma messo fuora, nello spettro solitario del pomeriggio di rami e di sole già sbiadito. E così mi aggrappo al dogma, riti umani, chiamati sovra-umani, in un limbo di luce/l'ombra e di dubbia fede. Non me trovo teorica, ma lontana, irraggiungibile ... e migliaia di volte incostante. Insisto sul fatto che io vedo. Sì, io guardo dentro e io vedo un fantasma, progettato sul una serata dimenticata che insiste per non dormire. Qualcosa di vago, che vive tra l'oscuro delle buio derivante di uno esistenzialismo in ritardo, bloccato per la mancanza di sogni! La donna che vive a me sta lontana.  E in questo luogo, lei invia messaggi urgenti, scrive lettere di liberazione, e urla tra i calci e silenzio.  Le parole... ah... sono ...