VELAS SEM DESTINO
Nas velas sem destino Naveguei no imaginário Ondas revoltas, ora mansas Vendo o cálido fundo da esperança Nas velas com destino Naveguei nos sonhos Em horizontes de bonança Encostei minha mente em calmaria Mas águas são como o inconsciente, Vêm à tona, assim, desobedientes E vendo as velas sem destino Acordei quente, febril, Me sentindo tola e pueril... (Herta, 16/10/2013 )