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Mostrando postagens de agosto, 2020

APRENDI CEDO A NÃO TER ILUSÕES. OBRIGADA, MÃE!

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Mãe, com um dos cinco filhos! Mãe, solteira ainda, mas já namorada  do meu pai. Mãe, comigo no colo Mãe, recém casada Mãe, no zoológico de Berlim Correndo pela casa, tão linda casa! Céu sempre azul, encobrindo o sentimento blue, Sempre vizinha à cozinha, Sentia aromas... Cheiros de cozinha de casa de mãe. Torta de morango, d e maçã e todo tipo de rango. Minha mãe, linda também, em rolinhos de cabelo, Demonstrava beleza e sempre um Engolido sentimento de desespero. No canto do quarto do pai e da mãe, eu a vi, Como sempre a vejo. Na penteadeira, se aprumando, Mais bela ainda, Para o baile que se avizinha. - Mãe, festa deve ser bom! – disse encantada. Ela interrompe sua lisonja e me olha premente. Pensei que ia ganhar uma bronca, do tipo drasticamente, Por estar calçando seus sapatos altos, de bico fino e veludo, Quem sabe!? Mas não. Ela mostra uma face diferente. E responde com ar indiferente: "A festa, minha filha, só é boa aqui, Enquanto e...